Nada melhor que a poesia pra nos convencer de que a alma é uma borboleta.
O mundo é dinâmico e tão metamórfico quanto a borboleta, precisamos apertar os passos pra acompanhá-lo.
Posto isso, trago à lembrança uma frase, famosa e precisa por tudo o que ela traduz: A Propaganda é a alma do negócio. Ao se aproximar da marca pelo ato de compra, o consumidor expressa um pouco de quem ele é. Dessa maneira, a Propaganda serve de ponte nessa relação.
Dá pra perceber que não sou daqueles que concordam em restringir os conceitos e aplicações da Propaganda apenas aos meios tradicionais ou analógicos. Pelo contrário. Vou além, e ouso ainda afirmar que a Propaganda, significada pela arte e técnica de propagar ideias, conceitos, oportunidades e propósitos, nunca se fez tão necessária e presente na comunicação atual.
Que bom a tecnologia proporcionar hoje ao mundo da comunicação, que por natureza é sempre tão mutante, novas plataformas, formatos, métricas, hábitos de consumo, bem como outras inúmeras inovações. Isso, inegavelmente, mudou a forma com que comunicamos as mensagens e as conectamos com seus públicos.
Que bom poder dispor de ferramentas capazes de acompanhar e entender a jornada diária das pessoas, cada vez mais ligadas a múltiplas telas e frequentemente fragmentadas em perfis, sob critérios de comportamento que tangenciam os limites da inteligência artificial.
Mas, apesar de tantas facilidades pra fazer o “link” entre marcas e consumidores, resta o desafio da atratividade da mensagem e relevância do seu conteúdo. Isso me faz recorrer à reflexão de uma outra importante frase: Nada substitui o talento.
Se vivemos um tempo de extrema exposição de mensagens, nada melhor que o talento e a criatividade para dar a dose certa de sedução no momento de decidir, entre seguir ou não no funil de compra. Seduzir ainda é o mais atraente caminho da conquista. E conquistar vai muito além de uma conversão.
Em síntese, a Propaganda tem, assim, esse charme que surpreende e encanta. Tem sentimento acima da técnica. Tem alma. E, com alma, tudo muda. Sejamos borboletas.


